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9 pontos importantes para abrir um eCommerce



Um dos grandes aprendizados que a pandemia de covid19 deixou foi que todos precisam de uma renda extra, abrir um e-commerce é uma excelente alternativa e funciona 24hrs por dia 365 dias por ano.


Um e-commerce atualmente é um modelo de negócio com os menores custos e com ampla capacidade de realizar vendas para diversos lugares do país e do mundo sem você precisar sair de casa. Tanto é que tem crescido o número de empresas que, mesmo tendo pontos físicos com bons resultados, resolveram investir na abertura de e-commerce para expandir as suas operações.


Por mais que pareça simples abrir um e-commerce, esxite algumas pontos que exigem muita atenção. Antes de fazer seus planos, é preciso entender muito bem como funciona o mundo digital. para te ajudar abaixo separei 9 pontos importantes e que precisam ser muito bem avaliados na hora de abrir seu e-commerce!


1 — Plano de negócio


É preciso estudar com muita atenção o seu nicho de mercado, verificar concorrência, fazer o SWOT (identificar pontos fracos e fortes, oportunidades e ameaças), estruturar o negócio e planejar investimentos e rendimentos. Essa costuma ser a fase mais cansativa e angustiante de qualquer empreendimento, exigindo conhecimentos em administração e muita disciplina. Se você já tem um negócio físico e ainda não abriu o seu e-commerce, é importante entender como fazer todos os canais trabalharem juntos. Algumas dicas para um plano de negócio para e-commerce realmente funcional são:

  • Criar um cronograma;

  • Faça um planejamento financeiro;

  • Monte um banco de dados com informações estratégicas de clientes;

  • Desenvolver um programa de controle de qualidade;

  • Planejar o marketing digital;

  • Mapear os principais eventos do setor;

  • Elaborar um plano de metas anua.


2 — Ambiente digital


Parece redundante, mas não é. O e-commerce é uma parte importante do ecossistema digital e produz muitas das inovações — em pagamentos, segurança, logística e operação — que vemos espalhadas em outros lugares. Além de sistemas, servidores, computação em nuvem, administração e comunicação, o e-commerce exige que as lojas entendam também de comunicação, mídias sociais, leis e questões de privacidade e segurança — tudo em mudança constante, exigindo colaboração, inovação e criatividade. O comportamento do consumidor também muda de maneira cada vez mais rápida, o que demanda uma estratégia que permita acompanhar e entender o quanto isso influencia os seus resultados.


3 — Plataforma


Nenhuma loja existe sem uma plataforma. Essa é a ferramenta central para mostrar ao mundo o seu plano de negócios, seus produtos e seu caráter. Com ela, você consegue aparecer no Google, fazer promoções, colocar o seu negócio no ar, etc. Estude as suas necessidades e seu plano de crescimento, verificando se a ferramenta eleita acompanhará suas ambições e objetivos. Também é ideal checar as integrações com plataformas de pagamento, a segurança da informação e a linguagem utilizada.


4 — Sistemas de operação


O back-office, ou ERP, é o sistema que vai ajudar seu e-commerce a realizar as operações do dia a dia. Do faturamento à contabilidade, emissão de notas fiscais e recolhimento de tributos, são esses os sistemas que garantem a existência do e-commerce. A administração desse negócio é uma operação complexa, que exige inteligência, coleta de dados e análise de relatórios. A automatização traz grande ganho para um e-commerce, como no caso dos chatbots e demais recursos tecnológicos, usados com o intuito de otimizar as operações e diminuir o tempo da realização de cada atividade.


5 — Operação e logística


Ter ou não ter um centro de distribuição? Quem fará a entrega: transportadora, correios, ambos? Como funcionará o seu atendimento ao cliente? Quais são seus diferenciais? Como seus produtos serão embalados? A operação do e-commerce tem fluxos diversos e interconectados que devem ser desenhados, desde o início, para atender muito bem o seu cliente. Oferecer uma boa experiência de entrega é um fator de alto impacto no seu negócio e, muitas vezes, uma premissa que ajuda a fidelizar os consumidores.


6 — Pagamentos


Integração com meios de pagamento, uso de camadas de segurança e não arquivamento de informações financeiras dos clientes são alguns dos detalhes no quesito pagamento. O mercado tem diversas boas soluções, que, em geral, se integram sem problema às melhores plataformas de e-commerce. Há uma questão administrativa também: cada forma de pagamento (boleto, cartão de crédito, depósitos, etc.) tem um impacto no fluxo de caixa, devido aos diferentes prazos e taxas de serviço. A recomendação é oferecer o máximo que puder. Os mais usados hoje são boleto e cartão de crédito.


7 — Controle de fraude


O e-commerce é o maior alvo dos fraudadores. O chargeback (não pagamento de produtos já entregues a clientes) é fonte permanente de preocupação e pode inviabilizar o seu negócio. Como nenhuma empresa quer entrar para o clube dos “negócios que fecham em 1 ano”, é bom contratar serviço de análise de risco e prevenção de fraudes, para analisar os comportamentos e criar processos que evitem fraudes e chargeback, aproximando-se, assim, ao time dos grandes players do mercado.


8 — Marketing


No comércio eletrônico, há necessidades diversas no marketing. Atrair tráfego para sua página e gerar vendas; buscar permanentemente aumentar a taxa de conversão e o valor do ticket médio; engajar o cliente e promover o seu retorno são aspectos fundamentais. Você precisa cuidar da marca, conhecer bem seus clientes, manter campanhas e acompanhar o calendário de datas do varejo. É claro que é importante buscar clientes novos, mas fidelizar o antigo é mais barato e garante a criação de uma carteira sólida, fator que contribuirá para a saúde financeira do negócio a longo prazo.


9 — Legislação e tributos


O e-commerce está sujeito ao Código de Defesa de Consumidor, precisa atender à legislação específica do ICMS e as diversas outras exigências legais. Esse conhecimento, embora público, exige muito planejamento, para que a empresa consiga cumprir as suas obrigações e manter a saúde financeira. Algumas medidas simples ajudam a evitar problemas jurídicos. Uma delas é criar um programa de trocas e devoluções transparentes. Também é importante responder aos clientes de forma rápida, evitando, assim, passar a impressão de que a empresa é desorganizada ou não se importa com a demanda dele.

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